Isenção por mudança de residência - condições e procedimentos

Nesta página: explico as condições e os procedimentos para beneficiar da isenção de ISV, IVA e direitos aduaneiros na importação e legalização de um veículo quando transfere a sua residência para Portugal.

Quando transfere a sua residência para Portugal pode ficar isento de pagar ISV, IVA e direitos aduaneiros na importação e legalização de um veículo, seja ele de que tipo for - pode ser um automóvel, uma moto, uma carrinha, uma autocaravana, etc.

Esta isenção é especialmente indicada para emigrantes de regresso (ex-emigrantes) e para expatriados (cidadãos de outro país, que se mudem para Portugal e que queiram trazer os seus carros) mas, pode ser usufruída por qualquer pessoa que cumpra os critérios.

Leia também a seguinte página, contém informações práticas que não estão aqui explicadas: testemunho - trazer consigo um carro para Portugal sem pagar ISV.
Se procura informação oficial, sugiro que leia também: Isenção do ISV por ocasião da transferência de residência de um Estado-Membro ou de um país terceiro para Portugal.

As principais condições para que possa ficar completamente isento são:

Se não cumprir todas as condições terá que pagar os impostos como se fosse um caso normal.
Faça a simulação dos impostos a pagar aqui: simulador ISV (calcula ISV, IVA e taxas aduaneiras).

Principais restrições:

Documentação necessária:

Como pedir a isenção? Siga as instruções para a legalização de veículos importados, os passos são quase os mesmos.

De forma simples, o processo de legalização é o seguinte:

Coisas a ter em atenção:

A legislação que institui e regula esta isenção é o Código do Imposto Sobre Veículos (Lei n.º 22-A/2007).
Transcrevo a seguir as partes do Código do ISV mais importantes para esta isenção.

(...)

Artigo 45.º
Pedido de reconhecimento

1 – As isenções previstas no presente capítulo dependem de reconhecimento da Direção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo, mediante pedido do interessado em que se faça prova documental da verificação dos respetivos pressupostos.

2 – O pedido de reconhecimento deve ser apresentado nos prazos seguintes:

a) no prazo de 12 meses a contar da data da transferência de residência a que se refere o artigo 58.º ou no prazo de 6 meses a contar da data da cessação de funções, nos casos a que se referem os artigos 62.º e 63.º; (Redação dada pela Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro)

b) antes de apresentado o pedido de introdução no consumo ou pago o imposto pelo operador registado, nos casos a que se referem os artigos 51.° a 54.° e 57.°-A, podendo o pedido ser apresentado no prazo de 30 dias após a atribuição de matrícula quando se dê a transformação de veículos que constitua facto gerador do imposto. (Redação dada pela Lei n.º 68/2015, de 8 de julho)

3 – As isenções previstas no presente capítulo são aplicáveis a veículos adquiridos em sistema de locação financeira desde que dos documentos do veículo conste a identificação do locatário.

4 – Nos casos previstos nos artigos 58.º, 62.º e 63.º, o benefício apenas é reconhecido a um automóvel ou motociclo por beneficiário.

5 – No caso previsto no artigo 57.°-A, o benefício apenas é reconhecido a um veículo por agregado familiar. (Redação dada pela Lei n.º 68/2015, de 8 de julho)

6 – No caso de ter sido apresentado um pedido de benefício fiscal e de o mesmo ter sido indeferido, o interessado é notificado para, no prazo de 30 dias, declarar o destino que pretende dar ao veículo, considerando-se de outro modo haver introdução ilegal no consumo. (Renumerado pela Lei n.º 68/2015, de 8 de julho. Corresponde ao anterior n.º 5)

7 – O direito às isenções reconhecidas nos termos do presente artigo caduca no prazo de seis meses após a respetiva notificação ao interessado, devendo este, nesse prazo, exercê-lo, apresentando a DAV para efeitos de matrícula do veículo objeto de isenção. (Renumerado pela Lei n.º 68/2015, de 8 de julho. Corresponde ao anterior n.º 6)

Artigo 46.º
Circulação dos veículos

1 – A circulação do veículo isento em território nacional pode ser autorizada pela alfândega antes de tomada decisão sobre o seu reconhecimento, na condição de o veículo ser conduzido pelo seu proprietário, pelo cônjuge ou unido de facto ou pelos ascendentes e descendentes em primeiro grau que com ele vivam em economia comum.

2 – Reconhecida a isenção e antes de emitido o certificado de matrícula, o veículo isento pode circular no território nacional durante um prazo de 60 dias, contados desde a data de atribuição da matrícula nacional, a coberto de pedido de introdução no consumo do qual conste indicação da matrícula.

Artigo 47.º
Ónus de intransmissibilidade

1 – Os beneficiários das isenções de imposto não podem alienar, a título oneroso ou gratuito, alugar ou emprestar o automóvel objeto de isenção antes de decorrido o prazo de 12 meses, contado a partir da data da atribuição da matrícula nacional, havendo de outro modo lugar à liquidação integral do imposto e a responsabilidade penal ou contraordenacional.

2 – (Revogado) (Revogado pela Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro)

3 – No caso da alienação do veículo se efetuar entre o beneficiário de isenção e o sujeito que reúna todas as condições para beneficiar da mesma, com exceção dos casos de transferência de residência, o registo do veículo depende da comprovação prévia perante a Direção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo por parte do adquirente.

4 – O ónus de intransmissibilidade e a sua extinção por decurso do prazo são registados nos documentos dos veículos pela autoridade competente.

Artigo 48.º
Limitação temporal

1 – As isenções previstas no presente código ou em legislação avulsa, só podem ser reconhecidas ao mesmo beneficiário uma vez em cada cinco anos, ou uma vez em cada 10 anos nos casos do artigo 58.º, 62.º e 63.º, contados desde a data da atribuição da matrícula nacional do automóvel ligeiro, não havendo qualquer limitação temporal relativamente às isenções a que se referem os artigos 51.º a 53.º.

2 – Não obstante o disposto no número anterior, pode ser concedida nova isenção antes de decorrido o prazo de cinco anos aos beneficiários das isenções previstas no artigo 54.º, nas seguintes situações:

a) acidente de que resultem danos irreparáveis, que determinem o cancelamento da matrícula do automóvel;

b) furto ou roubo devidamente participado às autoridades policiais, sem que o automóvel tenha sido encontrado e restituído ao seu proprietário no prazo de seis meses, e desde que se comprove o cancelamento da matrícula;

c) inadequação do automóvel às necessidades do deficiente, devido ao agravamento comprovado da sua incapacidade, desde que não seja possível proceder à necessária adaptação do veículo.

3 – Quando haja recuperação do veículo pelas autoridades policiais nas situações a que se refere a alínea b) do número anterior, há lugar a tributação nos termos prescritos no artigo 50.º.

Artigo 49.º
Transmissão por morte, de veículo isento

1 – O direito às isenções previstas no presente código é transmissível mortis causa caso se verifiquem no transmissário os respetivos pressupostos, aplicando-se, de outro modo, o regime prescrito no artigo seguinte.

2 – A verificação dos pressupostos da isenção para efeitos do número anterior é dispensada quando estejam em causa veículos especialmente adaptados para o transporte de deficientes que se movam apoiados em cadeiras de rodas.

3 – Para efeitos do presente artigo, a obrigação tributária constitui-se com a abertura da sucessão, considerando-se esta verificada na data do óbito, ficando o herdeiro ou legatário na pessoa do cabeça de casal, sujeito à regularização fiscal do veículo, no prazo máximo de 20 dias úteis a contar do final do 3.º mês seguinte à data do óbito, sob pena de procedimento contraordenacional. (Aditado pela Lei n.º 83-C/2013, de 31 de dezembro)

Artigo 50.º
Ónus de tributação residual

1 – Sempre que os veículos que beneficiem das isenções a que se refere o presente capítulo, com exceção dos abrangidos pelo regime previsto no artigo 58.º, sejam transmitidos, em vida ou por morte, e depois de ultrapassado o período de intransmissibilidade, a pessoa relativamente à qual não se verifiquem os respetivos pressupostos, há lugar a tributação em montante proporcional ao tempo em falta para o termo de cinco anos, segundo as taxas em vigor à data da concessão do benefício, ainda que a transmissão se tenha devido à cessação da respetiva atividade. (Redação dada pela Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro)

2 – A isenção concedida a veículo adquirido em regime de locação financeira não dispensa a tributação prevista no número anterior, sempre que o locatário proceda à devolução do veículo ao locador antes do fim do prazo de cinco anos, sendo ambos solidariamente responsáveis pelo pagamento da dívida.

3 — O prazo previsto nos números anteriores é de quatro anos, no caso dos veículos a que se referem os n.os 1 a 3 do artigo 53.º (Número aditado pelo Artigo 284.º (página 6104) da Lei n.º 71/2018, de 31 de Dezembro)

4 – O ónus de tributação residual previsto no n.º 1 do presente artigo, bem como o ónus de intransmissibilidade previsto no artigo 47.º, são registados nos documentos dos veículos pela autoridade competente, sendo nula a transmissão de veículo sobre os quais os mesmos incidam, sem prejuízo da sua extinção pelo decurso do respetivo prazo ou pelo pagamento do imposto. (Anterior n.º 3 reordenado pelo Artigo 284.º (página 6104) da Lei n.º 71/2018, de 31 de Dezembro)

(...)

Artigo 58.º
Transferência de residência

1 – Estão isentos de imposto os veículos da propriedade de pessoas, maiores de 18 anos, que transfiram a sua residência de um Estado-Membro da União Europeia ou de país terceiro para território nacional, desde que estejam reunidas as condições estabelecidas nos artigos 59.º e 60.º. (Redação dada pela Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro)

2 – Estão ainda isentos de imposto os veículos das pessoas de nacionalidade portuguesa ou de outro Estado membro da União Europeia que tenham exercido a sua atividade noutro país, durante 24 meses e cujos rendimentos estejam sujeitos a tributação efetiva em Portugal, tendo sido:

a) cooperantes;

b) professores que tenham exercido funções docentes no estrangeiro em cursos ministrados em língua ou sobre cultura portuguesa, em conformidade com listas publicadas pelo respetivo departamento;

c) funcionários contratados no estrangeiro para prestarem serviço em postos diplomáticos e consulares portugueses ou para representarem serviços públicos portugueses;

d) funcionários de organizações internacionais de que Portugal seja parte contratante.

Artigo 59.º
Condições relativas à transferência de residência

1 – O reconhecimento da isenção prevista no artigo anterior depende de pedido dirigido à Direção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo, acompanhado de:

a) Comprovativo da residência noutro Estado-Membro da União Europeia ou em país terceiro por período de seis meses, seguidos ou interpolados se nesse país vigorarem restrições de estada, e a respetiva transferência para Portugal, na situação prevista no n.º 1 do artigo anterior; (Redação dada pela Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro)

b) comprovativo da nacionalidade, da natureza da atividade desenvolvida noutro país e do respetivo vínculo contratual e duração, nas situações previstas no n.º 2 do artigo anterior.

2 – Para efeitos do disposto da alínea a) do número anterior e no caso de a legislação do país de proveniência estabelecer restrições de estada, tendo a residência sido fixa por períodos não consecutivos, conta-se o tempo total de permanência no país com base em certificado emitido pela entidade consular competente, não podendo cada período ser inferior a 183 dias por ano civil.

3 – Não se consideram residentes noutro Estado membro ou em país terceiro, as pessoas que se encontrem no estrangeiro para efeitos de estudos, estágios ou execução de funções de duração determinada até dois anos.

4 – Consideram-se estudos os que estejam subordinados ao programa de uma universidade ou outra instituição educacional, bem como a formação prática relacionada com esses estudos, exceto se a atividade desenvolvida for considerada como trabalho de pesquisa independente.

5 – Considera-se que a pessoa desempenhou funções de duração determinada noutro Estado membro ou em país terceiro, sempre que tenha estado subordinada a vínculo contratual de trabalho com pessoa residente em território nacional, tendo, em consequência, auferido remuneração e declarado rendimentos em Portugal.

6 – A transferência de residência do sujeito passivo a que alude o n.º 1 do artigo 58.º implica a fixação da residência normal em território nacional de acordo com as regras estabelecidas nos n.os 6, 7 e 8 do artigo 30.º (Aditado pela Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro)

Artigo 60.º
Condições relativas ao veículo

1 – A isenção de imposto referida no artigo 58.º só é concedida quando se verifiquem, cumulativamente, as seguintes condições relativas ao veículo:

a) destinar-se a ser introduzido no consumo por ocasião da transferência de residência normal do interessado para território nacional;

b) ter sido adquirido no país de proveniência, ou em país onde anteriormente tenha igualmente residido o proprietário, em condições gerais de tributação e não ter beneficiado na expedição ou exportação de qualquer desagravamento fiscal, presumindo-se tal facto quando o veículo se encontre munido de uma placa de matrícula de série normal, com exclusão de toda e qualquer placa temporária;

c) ter sido propriedade do interessado no país de proveniência, durante pelo menos seis meses antes da transferência de residência, contados desde a data da emissão do documento que titula a propriedade ou da data em que celebrou o contrato de locação financeira, se for o caso. (Redação dada pela Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro)

2 – Aos membros de organizações internacionais reconhecidas por Portugal, nas condições convencionalmente fixadas, aos membros das Forças Armadas dos Estados partes contratantes do Tratado do Atlântico Norte ou dos seus funcionários civis e aos funcionários abrangidos pela alínea c) do n.º 2 do artigo 58.º não é aplicável o disposto na alínea b) n.º 1 desde que tenham cessado o exercício de funções no âmbito da organização internacional ou do Tratado do Atlântico Norte ou no posto diplomático ou consular.

Artigo 61.º
Pedido de isenção

1 – Para efeitos do reconhecimento da isenção por transferência de residência, o requerente deve apresentar, juntamente com o pedido, os seguintes documentos:

a) declaração aduaneira de veículo;

b) certificado de matrícula e título de registo de propriedade, se for o caso, comprovativo da propriedade do veículo;

c) (Revogado) (Revogado pela Lei n.º 114/2017, de 29 de dezembro)

d) certificado de residência oficial, emitido pela entidade administrativa com competência para o controlo de habitantes ou, caso não exista, certificado consular, onde conste a data do início e cessação da residência;

e) documento da vida quotidiana que ateste a residência no país de proveniência, designadamente, recibos de renda de casa, consumo de água, eletricidade, recibos de vencimento ou provas de desconto para efeitos de saúde e reforma.

2 – A Direção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo pode exigir a tradução oficial de documentos estrangeiros.

3 – Nos casos previstos no n.º 2 do artigo 58.º, o pedido de isenção é acompanhado de documento emitido pela entidade competente que ateste o estatuto do requerente, bem como as datas de início e de cessação de funções.

Artigo 62.º
Funcionários diplomáticos e consulares portugueses

1 – Os funcionários diplomáticos e consulares portugueses e os funcionários cujas funções no quadro externo sejam equiparadas ao serviço diplomático, que regressem a Portugal após cessação das mesmas, beneficiam da isenção de imposto na introdução no consumo de um veículo, desde que sejam proprietários do veículo há pelo menos 12 meses antes da respetiva cessação, ou de dois veículos, no caso de serem casados e o cônjuge ou unido de facto ter acompanhado o titular do cargo no país de exercício, não podendo, neste último caso, a cilindrada acumulada ser superior a 3500 cm3, devendo um dos veículos ficar registado em nome do cônjuge ou do unido de facto.

2 – O pedido de isenção é acompanhado da DAV e de certificado do Ministério dos Negócios Estrangeiros que ateste o estatuto e a categoria profissional do requerente, o tipo de missão desempenhada e a data de início e da cessação de funções no quadro externo.

3 – Em caso de transferência imprevisível e independente da vontade do requerente, que torne impossível o cumprimento do prazo previsto no n.º 1, é concedida a isenção desde que o requisito relativo à propriedade do automóvel se tenha verificado por período igual ou superior a seis meses.

Artigo 63.º
Funcionários, agentes das Comunidades Europeias e parlamentares europeus

1 – Os funcionários e agentes das Comunidades Europeias que, tendo permanecido, pelo menos, 12 meses no exercício efetivo de funções, venham estabelecer ou restabelecer a sua residência em território nacional, após a cessação definitiva das mesmas, beneficiam de isenção do imposto sobre veículos na introdução no consumo de um veículo, desde que esse veículo: (Redação dada pela Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro)

a) tenha sido adquirido no Estado da última residência do requerente, ou em Estado onde anteriormente tenha igualmente residido;

b) seja propriedade do requerente há, pelo menos, 12 meses, antes da transferência de residência.

2 – O pedido de isenção é acompanhado da DAV e de documento emitido pela entidade comunitária competente, que ateste a qualidade e o estatuto do requerente, bem como o período de exercício efetivo de funções.

(...)

Dúvidas, problemas ou sugestões

Se tiver uma dúvida, um problema ou quiser fazer uma sugestão, use por favor a caixa de comentários mais abaixo.
Estou sempre a melhorar esta página e gostava de contar com a sua ajuda. Obrigado.

19.02.2019. 15:14

FD em 18.09.2020. 14:48

@RuiP em 18.09.2020. 12:07

À Alfândega da sua área de residência.

Tenha no entanto em atenção que qualquer resposta a um pedido de informação "normal" não é vinculativa.
Ou seja, podem-lhe responder "A" e depois, na realidade, dar-se "B".
Isto acontece muitas vezes porque a comunicação entre o contribuinte e a AT nem sempre é a mais correcta, pela falta de elementos ou inexactidão na transmissão da informação.
Como viu e aconteceu aqui mesmo, perguntou-me uma coisa e eu respondi-lhe ao que me perguntou. No entanto, por acaso, lembrei-me de que poderia estar num situação diferente e avisei-o, o que pode não acontecer numa troca de informações regular com um funcionário da AT.

Se quer uma resposta vinculativa, à qual a AT fica vinculada, deve pedir isso mesmo, um "pedido de informação vinculativa". É um processo mais demorado mas pode contar com uma resposta 100% correcta.
Pode fazer o pedido aqui: https://www.portaldasfinancas.gov.pt/pt/external/sigiv/pedidoInformacaoVinculativaForm.action

RuiP em 18.09.2020. 12:07

Existe alguma entidade a qual me possa dirigir e esclarecer as minhas duvidas sobre este assunto?

FD em 13.09.2020. 13:47

@RuiP em 13.09.2020. 08:40

Correcto e também por pagar o IRS de rendimentos de trabalho em Portugal.

RuiP em 13.09.2020. 08:40

Pelo q entendi deve se ao facto de o contrato ser portugues?

Se o contrato for da empresa Polaca ja se aplica?

FD em 12.09.2020. 12:33

@RuiP em 11.09.2020. 22:22

Registe-se no consulado português como residente assim que chegue.
Quando voltar, anule o registo e peça um comprovativo.

Reúna quaisquer provas de vida quotidiana enquanto ali viver (recibos, etc.) - leia o Artigo 61.º para mais detalhes.

Tenha também em atenção o n.º 5 do Artigo 59.º - esta isenção pode não se aplicar ao seu caso.

RuiP em 11.09.2020. 22:22

Tenho uma questao. Vou trabalhar pela minha empresa para fora, mas a empresa vai me pagar a casa. O meu contrato de trabalho é portugues. Como poderei mais tarde (a minha ideia é ficar no maximo 2 anos fora) obter alguma prova que morei nesse pais?

FD em 10.09.2020. 19:28

@Alzira em 08.09.2020. 10:59

Condições para pessoal diplomático:
Propriedade do carro = pelo menos 12 meses.
Período para pedir a isenção = 6 meses depois de cessar funções.
Período de intransmissibilidade = 12 meses.

Alzira em 08.09.2020. 10:59

Não estou clara sobre o período de 6 ou 12 meses. Para pessoas com estatuto diplomático que CO pra, carro sem pagar imposto, o período é agora também de 6 meses ou continua a ser 12? Obrigada..

FD em 07.09.2020. 20:48

@Jorge em 07.09.2020. 10:48

A única passagem na lei em que posso enquadrar esse cenário é a descrita no n.º 5 do Artigo 59.º - veja se é essa a sua situação.
Se for, conforme pode ler, não terá direito à isenção.
Se não for, deverá ter direito à isenção.
Convém que leia todos os artigos para ver o seu enquadramento.

Jorge em 07.09.2020. 10:48

Sou residente na Suíça e vou regressar a Portugal em 2021. Sendo sócio do ACP fui-lhes perguntar as condições aplicáveis para trazer o meu carro. Explicaram-me as condições gerais, como aqui vêm descritas, mas acrescentaram que pelo facto de ser sócio-gerente de uma sociedade em Portugal estava impedido de beneficiar da isenção de impostos na importação. Têm alguma informação específica sobre esta situação ou conhecimento de alguém a quem tenha sido negada a isenção por este motivo?
Obrigado pela ajuda e parabéns pelo excelente trabalho.

FD em 29.08.2020. 13:11

@Luís em 29.08.2020. 12:00

Em princípio, não.
Ou seja, o que conta realmente é a residência, independentemente de qualquer rendimento obtido em Portugal.
Se passa mais de 183 dias fora de Portugal não é considerado residente e como tal, deverá ter direito à isenção.

De qualquer forma, sugiro que peça uma informação vinculativa à AT para que tenha certeza absoluta.

Luís em 29.08.2020. 12:00

Bom dia. Vivo em Angola desde 2017 e pretendo trazer um carro para Portugal. Recebo parte do salário cá e outra parte numa empresa subsidiária de direito Angolano e sou residente fiscal em Angola. Ter rendimento de trabalho cá, sujeito a IRS como não residente invalida o processo de isenção de ISV?
Agradeço antecipadamente a ajuda que me conseguir dar.

FD em 21.08.2020. 15:57

@Ricardo em 21.08.2020. 12:20

Precisa do número de homologação nacional para submeter a DAV, pelo que antes de entregar a DAV precisa de contactar o IMT para obter esse número.

Ricardo em 21.08.2020. 12:20

Boa tarde,

Segundo percebo, no caso de mudança de residência, o primeiro passo será a inspeção e o segundo a obtenção da DAV, mesmo antes de qualquer contacto com o IMT (veículo com COC). É assim?

Desde já obrigado pela ajuda.

FD em 19.08.2020. 12:03

@Rita em 18.08.2020. 20:53

Certo.

Preencha os campos DC com os dados da mãe da sua colega.

samuel em 19.08.2020. 09:15

ola, venho apenas agradecer a sua disponibilidade e ajuda prestada, penso que no meu caso visto a informacao fornecida o melhor sera pedir uma avaliacao da mota pelo stand onde a comprei nova para assim ter um valor pelo qual me possa guiar para fazer os calculos da importacao.
o meu muito obrigado e um bem haja a pessoas como voce que se dedicam a decifrar a burocracia Portuguesa.

Rita em 18.08.2020. 20:56

Peço desculpa pelos vários comments mas acabei de me aperceber que se colocar smiles nesta caixa de comment corta as linhas seguintes ao smile no comentário (sad face)

parte II
Ainda em relação à DAV e aproveitando a sua boa vontade pretendia esclarecer mais uma dúvida:
Sendo uma doação de mãe para filha de um veículo, não foi feito nenhum registo da alteração de forma oficial, existindo apenas uma declaração de doação do veículo (aceite já no processo de inspecção do veículo).
No preenchimento da DAV, está a aparecer uma tab adicional, designada "Dados Complementares", onde é requerido o preenchimento de informação referente à compra e venda do veículo, como se existisse uma fatura. (Adiciono imagem em no url do website do meu user).
Sabe indicar-me qual a forma mais correcta de preenchimento desta informação? ou onde me poderei deslocar para obter esclarecimento dessa informação?
Image: https://ibb.co/HqJyxbH

Rita em 18.08.2020. 20:53

Olá, antes de mais muito obrigada pelo esclarecimento.

Nesse caso, em relação ao preechimento da DAV, a opção a selecionar deverá ser "01-Introdução no Consumo - Regime Geral" certo?

Ainda em relação à DAV, e aproveitando a sua boa vontade, pretendia esclarecer mais uma dúvida

Rita em 18.08.2020. 20:45

Muito obrigada pelo esclarecimento.

FD em 18.08.2020. 12:58

@Rita em 18.08.2020. 12:39

Em princípio, não tem direito a isenção por já estar a residir em Portugal.
A isenção apenas se aplica a situações de mudança de residência.

Além disso, tem que ter o carro em seu nome há pelo menos 6 meses, o que não é o caso.

Assim, por causa destes dois factos, não tem direito à isenção.

Rita em 18.08.2020. 12:39

Olá,

Antes de mais parabéns pelo excelente website. Tenho seguido os mesmos para ajudar uma amiga a tratar de uma importação de um veículo do estrangeiro. No entanto agora estamos num empasse, passo a explicar:

A minha amiga é natural da Bélgica, e está a residir em portugal à cerca de 5 anos, como bolseira de investigação. No ano passado teve uma bolsa para iniciar o PHD numa universidade portuguesa.
Recentemente como em bruxelas a partir do próximo ano não vão ser admitidos carros a diesel a mãe comprou um carro a gasolina e deu-lhe o antigo a diesel.

Ela trouxe o carro para portugal à uns dias e agora está a tratar do processo de legalização do mesmo, sendo que já foi à inspecção e o próximo passo será ir à alfandega(presencialmente) ou preencher a DAV online.

Este veículo tem isenção de ISV ao abrigo dos regimes especiais de mudança de residência? Li em alguma documentação que existe uma regra de ter o carro à pelo menos 6 meses, como o que a mãe lhe passou foi uma declaração de doação do veículo a mesma é válida para esse efeito? O facto de ela residir em portugal à mais de 4 anos tem algum impacto nesta situação?

Obrigada

FD em 16.08.2020. 15:42

@samuel em 15.08.2020. 00:15

Quanto ao valor da mota está tudo explicado na página que indiquei na última resposta.
Resumindo: o cálculo do IVA e taxas aduaneira é feito com base no "valor de mercado no país de origem + despesas".
O valor de mercado inclui o IVA.

Regra geral, quando compra online, compra um bem novo para exportação (onde não é cobrado IVA por decisão exclusiva das autoridades do país de origem), o que não é o seu caso: exportação de um bem usado que já pagou IVA.
Se hoje quiser exportar uma mota nova da Nova Zelândia para Portugal, em princípio (se as regras são similares às europeias) também não irá pagar IVA na Nova Zelândia.
Como disse antes, alguns países devolvem parte do IVA já pago de um usado se se der a exportação dentro de um determinado prazo, é uma questão de ver se tal acontece na Nova Zelândia.

A questão aqui é que a UE não consegue controlar as regras do país de origem (fora da UE) daí que aplica uma regra comum a todos.
Por outro lado, o mercado único europeu existe para isso mesmo: fomentar e privilegiar o comércio interno.

samuel em 15.08.2020. 00:41

acrescentando mais um ponto que me esqueci de mencionar,e que tambem penso que 'e de salientar, a minha questao deve-se ao facto de por exemplo no meu caso ter comprado a mota nova, como tal essa 'e a factura de compra que tenho, se por exemplo ficar ca mais um ano ou dois alem de ja ter pago os 16% de iva ca o valor da mota passado um ou dois anos nao 'e o mesmo que esta na factura que tenho.. entao como 'e calculado o valor da mota para efeitos de iva nesse caso?

samuel em 15.08.2020. 00:15

Mais uma vez o meu obrigado,queria so esclarecer uma coisa que penso nao ter ficado clara ou eu nao a estar a entender, obvio que se tem de pagar impostos, a minha questao tem a ver com o valor da mota comprada no estrangeiro 'e o valor com os impostos ou antes? porque como mencionei anteriormente quando se compra algo online o produto nao paga imposto no pais de origem e depois o imposto 'e calculado na importacao sobre o valor base desse produto.
ou seja por exemplo a mota custou 10000 euros no pais de origem com o iva desse pais , mas a mota nao tem esse valor porque 16% 'e IVA se em portugal vou pagar 23% sobre 10000 euros estou a pagar sobre um imposto e nao sobre o valor real da mota.. dai a dupla tributacao que me referia .. ou seja ,nao tem a ver com ter pago 16% de iva aqui e ir pagar outra vez 23% de iva em Portugal mas sim sobre qual o valor que estou a pagar os 23% que no meu ponto de vista deveria ser sobre o valor da mota pago menos 16%(visto ser o iva daqui) ou seja o valor antes dos impostos pagos ca e entao juntar o valor do transporte e taxas aduaneiras. exactamente como acontece com qualquer produto comprado no estrageiro para depois ser vendido em Portugal.

FD em 14.08.2020. 11:51

@samuel em 14.08.2020. 11:32

Se importar de um país da UE, não tem que pagar IVA em Portugal.
No entanto, se é de um país fora da UE, tem de pagar IVA em Portugal mesmo que o tenha pago na origem.
Existem alguns países que dentro de um determinado prazo devolvem parte do IVA pago quando há uma exportação, veja se isso é possível aí.

A razão é a mesma que existe para tudo o resto: é preciso cobrar impostos.
A mota pagou IVA mas quem ficou com esse dinheiro foi a Nova Zelândia, não a UE.
Imagine que amanhã um país fora da UE mas vizinho aplicava uma taxa de IVA de 1%. O que é que ia acontecer se não houvesse essa dupla tributação? ;)

Pode usar o simulador de ISV para motas mas não inclui o IVA e as taxas aduaneiras.

O valor sobre o qual incide o IVA: qual o valor para calcular o IVA e as taxas aduaneiras?

FD em 14.08.2020. 11:40

@Pedro em 13.08.2020. 23:47

Se importar do Dubai para Angola, não se esqueça que o carro tem que estar no seu nome durante pelo menos 6 meses em Angola.

Quanto ao processo, veja aqui: o que é uma Agência de Documentação Automóvel.

samuel em 14.08.2020. 11:32

Obrigado pela rapida resposta ,ja agora um aparte que sempre me gerou um bocado de confusao e talvez saiba a resposta, porque se tem de pagar IVA sobre um produto (veiculo) que ja pagou IVA no pais de origem? isto assim 'e dupla tributacao.. qd se compram produtos no estrangeiro via online estes nao pagam impostos no pais de origem entao porque temos de pagar impostos duas vezes no mesmo veiculo?
quanto a mota em questao 'e uma suzuki dl 1000 xt de 2019 e as leis de poluicao e ruido sao identicas as da europa por isso acho que nao ha problema em conseguir a equivalencia de homogolacao.
quanto ao que irei poupar pois, realmente pode sair quase ao mesmo preco , ha algum simulador que de para ter uma idea do valor maximo total que iria pagar sem ter nenhuma insencao? e o preco da mota sendo fora da ue 'e calculado como valor que efectivamente paguei pela mota no pais de compra ou pelo valor que ela custa em Portugal ? porque o IVA aqui sao 16% e mesmo que o preco base fosse o mesmo isso ja iria influenciar isto sem contar com o facto de eu ter feito negocio pois a mota estava em promocao de terem oferecido alguns extras devido a irem alterar o modelo e ter dado minha outra mota a troca..
um muito obrigado e desculpe pelo testamento.

Hickelmy em 14.08.2020. 02:14

Muito obrigado, e continuação de uma boa noite

Pedro em 13.08.2020. 23:47

Boa noite,
Sou português e vivo em Angola há cerca de 5 ano, com residência fiscal em Angola também .

Tenho lido acerca da possibilidade de levar um carro para PT sem pagar a ISV e gostava de obter mais certezas.

A ideia é comprar um carro no Dubai/Angola e depois levar para PT.
(Mustang/Camaro/Charger/Panamera S Hybrid ) são algumas das hipóteses.

Consigo e tenho provas para estar dentro dos requisitos legais, e por isso, parece-me tranquilo.

Há alguém que trate de toda a burocracia ?

Obrigado desde já

FD em 13.08.2020. 14:13

@samuel em 13.08.2020. 12:38

Em princípio, com o que descreve, sim, deverá conseguir a isenção.
A parte mais importante é o visto de residência mas, além desse deverá acumular o máximo número de documentos comprovativos de "vida quotidiana" - contas em seu nome, especialmente de electricidade, água, saneamento, etc.

Tenha no entanto em atenção que a trazer uma mota não irá poupar muito.
Não sei qual o valor da mesma mas, o máximo que pode poupar é cerca de 10% de taxas aduaneiras e 23% de IVA sobre o valor da mesma, já que o ISV nunca ultrapassa os ~300€.
Adicione a isto o transporte, despesas (se tiver que fazer teste de ruído são logo 200€) e possíveis problemas burocráticos com a homologação (mais 165€ e pode nem conseguir fazer) e é capaz de ser mais complicado trazer a mota do que comprar cá uma similar, mesmo que ligeiramente mais cara.

samuel em 13.08.2020. 12:38

Bom dia.
Estive a ler as suas ajudas e alem de serem muitos uteis , parece que gosta de um desafio, como tal vou explicar a minha situacao , estou a viver na nova zelandia ha 5 anos mas nao cheguei a mudar a morada fiscal porque se necessitar de renovar documentos quando vou a Portugal e impossivel de o fazer.
Como tal o consulado nao tem o meu registo de entrada no pais, no entanto ja tenho visto de residente na nova zelandia ha mais de um ano e posso aprensentar provas em que fiz os descontos de impostos aqui durnate o tempo que ca estive.
em Outubro de 2019 comprei um mota nova num stand da qual tenho a factura , e certificado de matricula (iuc) que aqui penso que serve como titulo registro de propriedade visto nao ter mais nenhum documento do vehiculo e todos os vehiculos que tive foi assim. posto isto pensa que conseguia fazer o processo de insencao de imposto ao legalizar a mota em portugal se decidir voltar a residir em Portugal ? desde ja o meu obrigado pois sei que nao 'e facil..

FD em 11.08.2020. 14:01

@Hickelmy em 10.08.2020. 16:10

Não, no caso que descreve terão que pagar todos os impostos.

Hickelmy em 10.08.2020. 16:10

Boa tarde .
Os meus pais são brasileiros e viveram no Brasil até aos 25 anos , e vieram para Portugal há 18 anos atrás , e antes de virem para Portugal tinham um carocha de 1968 que ainda está lá . Haveria alguma possibilidade de importá-lo e legaliza-lo com a isenção dos impostos que seriam normalmente aplicados , mesmo passados todos esses anos ? E se sim como devo proceder? Obrigado e continuação de um bom dia .

FD em 03.08.2020. 12:04

@João Aguiar em 03.08.2020. 11:45

Qual é a data da primeira matrícula e quais foram as datas das inspecções?

Pode colocar a matrícula portuguesa no carro sem ainda ter o DUA (livrete), só tem que circular com a DAV no carro até o receber.

João Aguiar em 03.08.2020. 11:45

Bom dia,
Como a inspecção que fiz para obtenção da matricula estava a terminar fiz uma nova inspecção que é valida por um ano mas com a matricula francesa. Já enviei a DAV e o livrete françês ao IMT por isso neste momento não tenho nenhum documento do carro.
Posso colocar as novas matriculas no carro e fazer um seguro português sem ter o novo livrete ?
Muito obrigado.

FD em 01.08.2020. 16:39

@João Aguiar em 01.08.2020. 10:52

Pode mandar fazer as chapas de matrícula.

Ainda não fez a inspecção para atribuição de matrícula?

João Aguiar em 01.08.2020. 10:52

Bom dia,
Estou a tratar da legalização do meu carro que trouxe da França e já tenho a nova matricula na DAV.
Agradecia que me informassem se posso mandar fazer as chapas e como termina o prazo da inspecção B se posso fazer uma inspecção normal .
Muito obrigado.

José Serra em 23.07.2020. 09:22

Bom dia Exm.Sr.agradeço por a sua simpática resposta,e irei entrar em contacto com um advogado.Obrigado

FD em 19.07.2020. 11:30

@Josè Serra em 18.07.2020. 10:58

Por ser um caso com muitas perspectivas e nuances, as quais não é possível de todo cobrir aqui, o meu melhor conselho é que contrate um advogado de direito fiscal para que lhe encontre uma solução melhor que a aquela que a AT lhe está a propor.

Josè Serra em 18.07.2020. 10:58

Bom dia Exm.Srs.estive 30 e poucos anos na Suissa,reformei-me junho 2018,comecei a tratar da documentação para justificação de ex-emigrante,confirmei a minha saida defenitiva em Setembro 2018 para não estar a pagar os impostos nos 2 países,como vendi uma firma que tinha na suissa,deixei na suissa o veiculo que têm estado em meu nome desde 2011 para me deslocar quando estivesse na suissa,mas o serviço de impostos como tinha firma tiveram que verificar para confirmar,que levou alguns mesês,e deixei andar até me darem a confirmação de saida definitiva que recebi em junho de 2020,em fins de 2019 vim com este veiculo imatriculado na suissa para Portugal pensando em fins de fevereiro voltar à Suissa e depois de ter todos os meus assuntos resolvidos vender este dito carro lá na Suissa,em fins de Janeiro 2020 fui controlado por serviços de alfándega de Faro,me fizeram auto sou considerado negociante de automóveis e para legalizar este carro serâo 30 e tal mil euros,(onde seu valôr actual será 7 a 8 mil euros)já apresentei documentação suficiente,mas continuam a bater na tecla que tenho que pagar essa importância,a minha questâo sei que erei não devia ter vindo com carro imatriculado suisso para Portugal,mas nâo haverá uma lei que defenda um ex-emigrante com toda documentaçâo justificativa que deixou esse país em 2018 e depois por obrigaçâo em 2020 ter de legalizar seu carro como ex-emigrante e não como negociante de automóveis.Muito obrigado

FD em 13.07.2020. 15:00

@Pedro Campinho em 13.07.2020. 13:53

Apesar da lei não ser, infelizmente, clara em relação a isso, penso que se aplica o que está disposto no n.º 1 do artigo 46.º.
Pelo menos, não faria sentido de outra forma.

Ou seja, na minha opinião, e é apenas a minha opinião, dentro dos 12 meses do ónus de intransmissibilidade, tendo como fundamento o sentido da lei, nomeadamente o n.º 1 do artigo 46.º, o carro pode ser conduzido pelo cônjuge, ascendentes e descendentes em primeiro grau que vivam com o proprietário.

Isto não invalida que um funcionário ou agente mais rígido na interpretação da lei o coloque numa situação mais incómoda...
Resumindo: a não ser que tenha uma guia da AT a autorizar claramente a condução pelo cônjuge, proceda com cautela. O risco é mínimo mas existe.

Pedro Campinho em 13.07.2020. 13:53

Boa tarde,
Eu tenho uma questão relativamente ao ónus de intransmissibilidade, que dita que durante os primeiros 12 meses após a matrícula portuguesa o veiculo não pode ser vendido nem emprestado a terceiros. A proibição de emprestar o veiculo também se aplica ao conjugue ou equivalente?
Obrigado
Cordialmente

André Duarte em 09.07.2020. 12:26

Ok.

Muito obrigada pelo esclerecimento. Voy voltar a ler os passos todos e caso tenha mais duvidas voltarei a colocar.

Um grande bem haja pelo seu trabalho aquí feito, pois ajuda imenso a todos que pertendem passar pelo processo sozinhos.

FD em 09.07.2020. 11:06

@André Duarte em 09.07.2020. 09:38

1. Correcto, com esse documento é muito difícil recusarem a isenção (contando que tem outros documentos comprovativos).

2. Não. Tem que ter o carro durante 6 meses antes da mudança.
Assim, se comprou o carro em Maio, só se pode mudar para Portugal em Dezembro para poder ter a isenção.

André Duarte em 09.07.2020. 09:38

Bom día

1 - Portanto uma declaração do consulado e tenho problema resolvido, certo?

Tenho outra duvida, imaginando o seguirte caso:

Carro comprado 3 meses antes de regressar a Portugal, (carro comprado em Maio e regresso em Agosto) mas o carro só será transportado para Portugal em Dezembro(7meses depois da compra), é possivel pedir a isensão do ISV?

FD em 08.07.2020. 10:50

@André Duarte em 07.07.2020. 17:01

1. O problema não é provar que está em Portugal. O problema é provar quanto tempo esteve em Espanha e quando é que saiu.

3. Se tiver o COC a sua tarefa fica facilitada.
Deve também ler a página sobre a legalização de veículos importados para saber exactamente tudo o que é necessário em relação ao veículo.

André Duarte em 07.07.2020. 17:01

Obrigada desde já pela ajuda.

1 - Eu tenho uma declaração com a data e a morada da chegada passada pelo ‘ayuntamiento” (equivalente á junta de freguesia em Portugal) , más não tem data de saída, como poderei provar que estou definitivamente em Portugal?

2 - Sem discussão, levo o carro quando voltar definitivamente.

3 - É necesario algum documento do representante da marca em Portugal que indique que o carro está homologado para circular em Portugal?

FD em 07.07.2020. 15:07

@André Duarte em 07.07.2020. 10:54

1. Quanto mais provas, melhor. Se o contrato der origem a dúvidas, pode ter problemas. O ideal é ir ao consulado ou ter o máximo de provas de residência.
2. Essa é uma questão que tem de colocar à AT mas, dando um exemplo, como é que as autoridades sabem que circula em excesso de velocidade?
3. Não, desde que o carro esteja registado em seu nome.

André Duarte em 07.07.2020. 10:54

Bom dia.

Tenho um carro de matrícula espanhola e voy regresase de vez a Portugal.

Ponto 1

Apenas tenho os contractos de trabalho e os respectivos recibos, (vivo em casa paga pelo patrão, com todas as despesas incluidas) servirá como prova de permanencia ou tenho de ter una declaração do consulado?

Ponto 2

Se levar o carro este verão e o deixar na garagem, como sabe a AT que o carro está em Portugal visto que não controle nas fronteiras?

Ponto 3

Relativamente á declaração de compra, não tenho, visto que comprei o carro a um particular, tenéis problemas neste aspecto?

Muito obrigada desde já por toda a vossa disponibilidade

FD em 23.06.2020. 12:13

@MMBO em 23.06.2020. 11:04

Pode ser, pode não ser, depende de muitos factores.

MMBO em 23.06.2020. 11:04

@FD

Muito obrigado por a sua resposta. Portanto este tipo de inspecções é algo que provavelmente vai ser repetido durante o ano de residência em Portugal certo?

Cumprimentos

FD em 23.06.2020. 10:46

@MMBO em 22.06.2020. 17:17

Sim, é perfeitamente normal e comum.

Se a isenção foi dada com o pressuposto da mudança de residência, é natural que se espere que o beneficiário resida em Portugal.
Desde que passe mais do que metade do ano em Portugal, não deverá ter problemas.

MMBO em 22.06.2020. 17:17

Boa tarde,

Hoje tive uma "inspecção" surpresa da AT cerca de 3 meses depois de ter chegado a território nacional. Queriam ver o veículo e tomaram nota dos km's e numero de chassis. Este tipo de inspecções é normal acontecer?

Também me disseram que não me posso ausentar do país por períodos longos durante um prazo de um ano. É verdade??

Ricardo Pedro em 29.05.2020. 12:32

Muito obrigado pela sua resposta.

O veículo já está matriculado em Espanha desde 18 de Fevereiro de 2020, com o qual eu já o compraria "Espanhol" (seria adquirido agora em Junho).

Entendo que neste caso nao teria problemas em legalizar com isençao de imposto automovel.

Muito obrigado uma vez mais pelo seu esclareciemento e rapidez na resposta.

Melhores cumprimentos,
Ricardo

FD em 29.05.2020. 10:38

@Ricardo Pedro em 29.05.2020. 07:34

O primeiro país de origem do carro não é relevante para obter esta isenção, desde que o tenha adquirido já "espanhol".

Se o foi buscar pessoalmente à Alemanha, isso já pode representar um obstáculo, se levarmos a lei à letra (e a AT costuma levar a lei à letra).
Peço-lhe que leia a alínea b) do n.º 1 do Artigo 60.º da lei que encontra nesta página, no final do artigo, para perceber melhor o que quero dizer.

Ricardo Pedro em 29.05.2020. 07:34

Bom dia,

Sou residente em Espanha e penso comprar um carro que foi matriculado neste país em 02/2020. O carro é de 2018 e anteriormente estava matriculado na Alemanha donde foi importado.

Neste caso, quando regressar de Espanha a Portugal (cumprindo as permissas de ter comprado pelo menos 6 meses antes de mudar residencia, etc), poderei na mesma beneficiar da isençao de imposto automovel para este veículo?

Muito obrigado pelo esclarecimento,
Ricardo

FD em 26.05.2020. 10:45

@Roberto em 25.05.2020. 13:26

Desde que o carro não tenha nenhum ónus na documentação (livrete - V5C), como uma reserva de propriedade, não terá qualquer problema.

Se tiver ónus na documentação pode ser um problema mas, é uma questão que depende muito da legislação do país de origem (que desconheço) - esses ónus podem nem existir no Reino Unido.

Respondendo directamente: desde que tenha a documentação necessária, não vejo ou conheço qualquer restrição ou impedimento na lei portuguesa que o impeça de legalizar o carro em Portugal, mesmo que o esteja a "pagar" noutro país".

Roberto em 25.05.2020. 13:26

Boa tarde. Resdo em Inglaterra ja a 17 anos e estarei de regresso a Portugal definitivamente. Tenho um carro com menos de 6 meses em meu nome (o carro tem 4 anos) e pretendo legalizar em Portugal mas ainda estou pagando financiamento e continuarei honrando o pagamento enquanto morar em Portugal. Minha dúvida é se existe alguma restrição quanto a carros da UE financiados de serem registrados em Portugal.
Obrigado!

Jose Silva em 24.05.2020. 20:44

Ok, muito obrigado pelo esclarecimento. Para anular essa possibilidade de um mal entendido, prefiro então tentar obter o CoC e começar o processo de legalização mal entre em Portugal.

Obrigado pela sua atenção,
José Silva

FD em 24.05.2020. 16:53

@Jose Silva em 23.05.2020. 15:36

Por lei, terá que iniciar o processo de legalização até 20 dias úteis após a entrada em território nacional.

O facto de estar "arrumada" ou fora de circulação não tem qualquer influência e não constitui excepção à regra.

No entanto, continuando a residir no Reino Unido, a mota pode ficar em Portugal num regime de permanência temporária por 6 meses a cada 12 meses.
Estes prazos não podem ser ultrapassados e apenas se aplicam enquanto o RU fizer parte da UE.
Se, durante esse período de 6 meses desejar introduzir a mota em Portugal (isto é, legalizar a mota), tem 10 dias úteis para o fazer, desde que continue residente no Reino Unido.
Isto é uma forma de fazer as coisas mas, sendo algo pouco comum, pode ter dificuldades na alfândega por causa de algum mal-entendido (prazos, intenções, etc.) ou de um funcionário mais exigente.
Ou seja, na minha opinião é possível mas, não aconselho pelos eventuais problemas que poderão surgir.

Jose Silva em 23.05.2020. 15:36

Boa tarde,

Tenho uma questão relativamente as leis sobre a isenção por mudança de residência, na importação de veículos.
Eu moro em Inglaterra desde 2015 e comprei recentemente uma mota usada (Honda cb500x mas com falta do CoC). Pretendo mudar a minha residência permanente para Portugal daqui a uns meses, por volta de Dezembro ou Janeiro. Queria perguntar se seria possivel conduzir a mota até Portugal este verão e deixa-la sem qualquer uso e fora da via pública, durante uns meses até voltar definitivamente, e só nessa altura pedir a isenção dos impostos na legalização do veículo. Ou teria que começar o processo de legalização mal entrasse no país e pagar o ISV, homologação, etc? (sendo que a minha residência permanente continuava no UK). Podia trazer a mota quando regressasse definitivamente, mas no Inverno, não me parece ser a melhor ideia.
Li na página que teria apenas 20 dias úteis após a entrada do veículo para entregar a DAV, mas queria confirmar se seria o mesmo caso se a mota se encontrasse "declarada" fora da estrada desde a sua entrada no país.

Muito obrigado,
José Silva

FD em 21.05.2020. 14:45

@Diego Cunha em 21.05.2020. 14:32

A inspecção para atribuição de matrícula tem que ser feita em Portugal.

Diego Cunha em 21.05.2020. 14:32

A data de entrada do veículo no país, na DAV precisa ser uma data passada, ou pode ser uma data futura.

No meu caso eu fiz a inspeção e o veículo encontra-se na Itália, devo trazer quando se resolva o tema da pandemia.

FD em 04.05.2020. 18:15

@Manuela em 04.05.2020. 17:47

1. Essa questão extrapola o objectivo e o âmbito deste sítio, pelo que não lhe sei dizer.
Mas, se coloca a questão apenas por causa da isenção do ISV, tem 1 ano para pedir a isenção após se mudar para Portugal.

2. É difícil para mim dizer-lhe que sim e depois chegar cá e não ser possível. Deve colocar essas questões à alfândega que vai tratar do seu processo.
Mais uma vez, se vai fazer isso apenas e só por causa da isenção do ISV, leia o que escrevi no ponto 1.

3. Ver pontos anteriores.

Manuela em 04.05.2020. 17:47

Fui emigrante e deixei a Áustria em Agosto do ano passado sem cessar o registo nesse país. Viajamos durante os primeiros meses e chegamos finalmente a Portugal em Janeiro. Foi em Janeiro que atualizei o meu cartão de cidadão com a residência em Portugal. Gostariamos agora de tratar da legalização do nosso carro com isênção de ISV.
Agradecia obter esclarecimento sobre algumas questões:

1) Tenho provas em como vivi na Áustria desde 2013 mas não vou ser capaz de comprovar a cessão de residência retroactivamente (31.07.2019) sem pagar uma coima e sofrer outras desvantagens na Áustria. Por isso gostaria de saber se não seria possível manter as 2 residências, residência não habitual na Áustria e a residência permanente em Portugal.

2) Se não for possível, penso em voltar para a Áustria viver lá durante 6 mêses e voltar de novo para Portugal. Nesse caso registarei-me em casa do meu filho. Após os 6 mêses vou conseguir provar que vivi lá de x data a x data mas não vou poder apresentar recibos de renda, água ou luz, sómente o registo de início/cessão na junta de freguesia e as faturas de telemóvel. Seriam provas adequadas juntamente com o contrato de arrendamento anterior, antes de agosto de 2019?

3) Eventualmente tenho outra opção. Atualmente encontro-me em licença de formação e recebo subsídios da Áustria. A entrada desse dinheiro na minha conta bancária será aceite como comprovativo de estadia permanente juntamente com os recibos de telemóvel, e o comprovativo de início/cessão de residência na Áustria? Se assim fosse poderia cessar a residência hoje ou amanhã sem desvantagens…

Peço desculpa se essas minhas perguntas já foram respondidas de qualquer forma préviamente e agradeço desde já a sua ajuda.

FD em 04.05.2020. 10:52

@David Pinho em 03.05.2020. 16:13

Atenção que o carro já desvalorizou desde 2014, esse não é o valor actual dele.

David Pinho em 03.05.2020. 16:13

@FD

com isenção, sim. Obrigado pelo esclarecimento. Por acaso até tenho o contrato de quando o comprei (e já foi em 2014), mas na minha opinião não faz sentido pedirem isto. Mas eles é que mandam!

FD em 03.05.2020. 14:21

@David Pinho em 03.05.2020. 12:18

Em princípio, e se estou a perceber bem o que está a escrever, será uma declaração que justifique o valor declarado do veículo.

Numa transacção normal é, por exemplo, a factura de compra ou a declaração de venda.

Se é uma importação com isenção por mudança de residência, como não existe factura de compra ou declaração de venda, é uma avaliação do carro usado.

Junte uma série de anúncios classificados o mais parecidos com o carro que quer trazer, imprima-os, faça uma média do valor e declare essa média como o valor do veículo.

David Pinho em 03.05.2020. 12:18

Bom dia, a alfândega está-me a pedir para adicionar uma declaração de valor à DAV. Alguém sabe o que pretendem? Amanhã vou tentar ligar para lá mas nem sei se me vão atender...

Obrigado.

FD em 24.04.2020. 10:50

@João Costa em 23.04.2020. 20:30

Se cumprir as condições do texto, em princípio, sim.

João Costa em 23.04.2020. 20:30

olá boa tarde,

Se eu for viver com o meu tio que mora em Madrid e comprar um carro em Espanha, passado 10 meses posso voltar a Portugal usufruindo da isenção de ISV apresentando contas de água, luz etc ?

FD em 11.03.2020. 11:36

@jose em 11.03.2020. 11:15

Se é por mudança de residência normal (não é funcionário da UE, etc.), o artigo é o 58.º.

jose em 11.03.2020. 11:15

boas tenho uma pequena duvida ,se me puderem ajudar agradeço preenchimento do formulario 1460.1,no final onde pergunta , beneficio fiscal , isençao do isv ao abrigo do regime previsto no artigo numero........ ? qual e o artigo? obgdo

FD em 06.03.2020. 16:10

@Carlos Antunes em 06.03.2020. 15:32

Pode tentar mas eu não contava muito com o sucesso dessa argumentação.
A AT não facilita muito nestas coisas...

Claro que depois pode recorrer a tribunal e até pode ter sucesso.

Carlos Antunes em 06.03.2020. 15:32

Estou a auxiliar um cidadão da União Europeia, que tinha uma empresa na Eslováquia que foi quem comprou o carro em 2009. Em 2018 carro passou a ser dele (e não da empresa), já que em termos fiscais deixou de ter qualquer benefício. Contudo, ele nessa altura não averbou essa alteração ao registo, porque o anterior proprietário era a empresa dele (e por isso deixou andar e não registou). Não tem por isso registo em nome dele por mais de 6 meses anterior à transferência de residência, mas tem o contrato escrito entre ele e a empresa (2018). No artigo 60.º, n.º 1, alínea c) do CISV fala-se de "documento que titula a propriedade". Mas isso tem que ser o registo? No caso de vender um carro a um stand nem sempre o stand regista a aquisição, e depois vende o carro a terceiro: no nosso direito o registo não é que faz transferir a propriedade, mas antes o contrato de compra e venda!! Alguém me sabe informar se o contrato escrito (ainda que não registado) servirá para provar que era o proprietário do veículo há mais de 6 meses? Obrigado

FD em 04.03.2020. 11:06

@Pedro Varela em 03.03.2020. 13:37

Qualquer prova do início de residência é suficiente, não tem que ser obrigatoriamente um documento como esse.
Não tem um contrato de trabalho? Um comprovativo de pagamento de impostos, de segurança social ou qualquer outra coisa? Um contrato de arrendamento?

Pedro Varela em 03.03.2020. 13:37

Vim do estrangeiro, mais especificamente de França, no final de 2019 e como trouxe a minha viatura, de modo a legalizá-la, informei-me junto do ACP e reuni toda a documentação exigida pelas autoridades (IMT, Alfândega). Entreguei a mesma junto do ACP, que está a ser o intermediário no processo de legalização.
Após a entrega da documentação, fui contactado pelo agente do ACP, dizendo que existiam entraves da parte da Alfândega, devido ao documento de cancelamento de residência em França. Supostamente, onde eu afirmava por minha honra que estava de saída de França, deveria ser a própria Câmara a fazer tal afimação/constatação.
Contactei uma pessoa da 'Câmara Municipal' da cidade onde estive em França, que me fez seguir então um cerfiicado de mudança de residência, onde atesta que de facto residi na cidade até ao fim de novembo e que vim para Portugal nessa data.
Agora estão a colocar novo entrave quanto à data de chegada a França, que realmente não consta neste documento. No entanto, tenho um documento que entreguei inicialmente com toda a documentação, onde atesto por minha honra, a data que cheguei a França, assinado pelo 'Presidente de Câmara'. Mas mais uma vez, deveria ser a própria Câmara a fazer tal constatação!
Contactei novamente a pessoa que me tratou do documento, ao que me indica que não tem possibilidade de me enviar um novo documento com data de chegada e data de partida de França, apenas com a data de saída. Alguém nas mesmas circunstâncias com o mesmo problema? Ou sabem de alguém com o mesmo problema?
Muito obrigado, desde já.

Pedro Varela

FD em 26.02.2020. 10:08

@Joana Nunes em 25.02.2020. 16:12

Quanto à isenção está tudo explicado no texto.
Passos para legalizar: como legalizar carros importados.

Joana Nunes em 25.02.2020. 16:12

Boa tarde,
estou a servir de intermediária de uma cidadã alemã que irá mudar-se para Portugal em maio ou junho por tempo indeterminado. Ela pretende informações acerca de um automóvel que irá comprar em abril na Alemanha e que trará para Portugal. Que passos têm que ser tomados para a regularização do carro e como se processa a mudança de matrícula? Há forma de beneficiar da isenção referida? Preciso mesmo de informações urgentes para a poder ajudar...
Joana Nunes

FD em 25.02.2020. 11:14

@Roberto em 24.02.2020. 11:21

Não lhe sei dizer se no caso de exportação é exigido que refaça todo o processo de legalização se voltar.
Se depois puder cá voltar e dizer como tudo correu agradecia - pode ser uma informação útil para outras pessoas.

Se passou o aniversário da matrícula com a matrícula activa, tem que pagar o IUC, mesmo que a cancele dias depois.

Roberto em 24.02.2020. 11:21

Sim, ao IMTT apresentei o novo registo V5C (livrete ingles) e preenchi o formulário modelo 9. Ele sabem que a razão foi ter exportado o carro novamente.

Outra duvida: Matricula apresenta-se cancelada pelo IMTT com data de 20/12/2019, contudo uns dias antes 14/12/2019 era devido o IUC, ou seja, foram 7 dias devidos, contudo o pedido para exportar o carro e ter matricula inglesa foi precisamente no dia 14/12/2019 para ter certeza que cumpria um ano. As finanças irá continuar a tentar cobrar o ano completo de IUC? É possível debater e não pagar?Para já eles dizem que estão a espera que o IMTT os notifique do cancelamento da matricula e só depois poderão cancelar, mas receio que iram cobrar à mesma.

Obrigado pela ajuda.

FD em 14.02.2020. 12:54

@Roberto em 14.02.2020. 11:54

Em Dezembro de 2018 o prazo para "ficar" com o carro era de 12 meses.
Com base no que diz, não tem nem irá ter qualquer problema.

Quanto à outra pergunta é mais difícil responder.
Apresentou que motivo para o cancelamento?

Roberto em 14.02.2020. 11:54

Bom dia.

Tenho uma dúvida um pouco complexa. Legalizei o meu caro inglês em Portugal com isenção de ISV como emigrante de regresso em 14/12/2018 (data da matricula portuguesa). Por várias razões tive de voltar para Inglaterra e legalizei o mesmo carro em Inglaterra (cancelei a matrícula no IMTT com data de 20/12/2019).

Cumpri um ano de matrícula portuguesa, exportei o carro mas continua na mesma a ser meu.

1. Terei algum problema? É um ano apenas que tenho de cumprir ou são ainda os 5 anos?

2. Se voltar para Portugal novamente poderei legalizar o mesmo carro sem ter de passar novamente por todo processo?

Cumprimentos e obrigado,

FD em 14.02.2020. 10:14

@Isaac Santos em 14.02.2020. 09:04

Se está em seu nome pode ser uma prova mas convém ter mais do que isso - conta de telemóvel, de internet, certificado de residência, etc.

FD em 14.02.2020. 09:54

@Carlos Conde em 13.02.2020. 17:04

Lamento mas não consigo indicar ninguém - pesquise na internet, encontra várias.

Isaac Santos em 14.02.2020. 09:04

Sou reformado, em Portugal, 2009.
Tenho residência na Alemanha, desde 2015.
Tenho o carro há dois anos.
Nunca trabalhei na Alemanha.
Tenho contrato de arrendamento de um quarto, como única despesa, já que inclui água, luz, tv, etc.
O contrato de arrendamento é suficiente como despesa corrente?
Obrigado

Carlos Conde em 13.02.2020. 17:04

Pode indicar uma agência que trate da legalização de automóvel de emigrante, por motivo de regresso definitivo ao país?
Muito obrigado

FD em 12.02.2020. 10:05

@Catarina em 11.02.2020. 20:55

Se legalizou há 3 anos com isenção de imposto por mudança de residência, em princípio, terá que pagar o proporcional ao tempo que falta para cumprir 5 anos.
Deve ver no DUA quais as datas inscritas no campo "Ónus fiscais".
Depois, veja a DAV, lá deverá estar inscrito o valor que usufruiu de isenção, divida esse valor por 1825 e multiplique o resultado pelos dias que faltam até à data inscrita do DUA.

Catarina em 11.02.2020. 20:55

Boa noite gostava de saber legalizei o meu carro em Portugal vai fazer agora 3 anos ,com insecao de imposto... agora eu gostaria de vender o carro
Posso vende ló ??? Ou vou ter de pegar alguma coima ??? Obrigada desde já

FD em 05.02.2020. 09:34

@JNC em 04.02.2020. 16:49

The 6 months period must be last ones prior to your move.

If you can't show any proofs of everyday life, I doubt the tax authority will grant you the tax exemption.

JNC em 04.02.2020. 16:49

@ FD on03.02.2020. 09:35

I would very much appreciate your opinion on this. At the top of this page you have listed the "The main conditions for" tax exemption are:

1. must be of legal age (minimum 18 years)
2. must have lived in the country of origin for at least 6 months
3. must own the vehicle for at least 6 months, before the date of moving to Portugal

My question is: "How is condition 2 interpreted?" It does not say THE LAST 6 months. So, could it be ANY 6 months?

In other words, if you lived in the country of origin for at least 6 months ANY TIME BETWEEN YOUR BIRTH AND THE DAY OF MOVING TO PORTUGAL, do you qualify?

For example, John was born in Scotland in 1963 and lived there until 1976. He has lived all over the world since. John is moving to Portugal in October 2020 and wants to bring his UK-registered car which he inherited form his father in 2006 and which is of great sentimental value to him. The car has been registered to John's name since his father's death in 2006.

Assuming John qualifies for a tax-free importation of the car, it appears (from the list of "necessary documents") that he might be asked to show "documentary evidence of residence in the country from which he is importing the car". John was only a child when he lived in Scotland and left 44 years ago at the age of 13. Is it reasonable for the Portuguese Customs Authority to expect that John can show "receipts"? After all, John, the child, had no income, no bills, etc. and whatever little money he may have had he probably spent mostly on candy. What can, in this case, John show as a "documentary evidence of residence"?

Any thoughts would be much appreciated. What is John's best course of action? Obrigado.

FD em 03.02.2020. 16:15

@JNC em 03.02.2020. 15:42

It's ok to import a right hand drive car to Portugal but, if someday you want or need to sell, you'll almost have to give it away, because practically nobody wants a right hand drive car in Portugal.

JNC em 03.02.2020. 15:42

@ FD on 03.02.2020. 15:00

Thank you! Sorry, I forgot to mention that I was planning on taking you up on your advice of living in the UK for 6 months and then moving to Portugal with my car. I assume that importing a right-hand drive vehicle into Portugal is okay since it appears so many people have done it.

FD em 03.02.2020. 15:00

@JNC em 03.02.2020. 14:31

Let's recapitulate, to avoid any misunderstandings:
- you're moving from the USA to Portugal
- you want to be tax exempt for an UK vehicle that is currently in the UK

If this is correct, you can't have a tax exemption for that vehicle because it doesn't fulfill the required criteria, specifically, the vehicle is from a third country, different from the one you're moving from.

In your original message you only referred the passport, you didn't mention any utilities receipts - I answered taking this in consideration.
For this purpose, a passport isn't a proof of residence, it's a proof of nationality - and in this case you don't need a proof of nationality, it's applicable to all citizens of all countries.

Change of residence = the day when you definitely move to Portugal, as declared by you.
If there are any doubts about this date you'll have to provide proof that verify that date (airplane tickets, border check/control, household/personal goods customs declaration or CMR, etc.).

In conclusion: you can bring your UK car to Portugal but it won't be tax exempt if you're moving from the USA.
If you move from the UK to Portugal, you can bring your UK car and you don't have to pay any taxes for it.

JNC em 03.02.2020. 14:31

@ FD on 03.02.2020. 09:35

Thank you very much. I can understand that a passport by itself may not be a "proof of residence". But it is difficult to understand why a passport IN COMBINATION WITH receipts, utility bills or mobile phone bills, and/or bank statements (which bills and statements show an address in the UK) should not be considered "proof of residence". After all, how can you NOT be a "resident" if you have a UK passport and receipts and other documents showing that you resided in the UK?

In your general guidelines at the top of the page, you advise, "Bring the car up to 12 months after the change of residence". What exactly constitutes "change of residence"? My understanding is that when moving to Portugal, I will register with the local authorities and they will issue a "Registration Certificate" on the spot. Is this the moment of "change of residence"? Three months later, I will be considered a "resident" and will be issued a resident ID card. Is this the moment of "change of residence"? If the latter is the moment of "change of residence", can I bring the car with me when I move to Portugal, register myself with the Portuguese authorities a few days later, keep the car with me for the 3 months it takes to become an official resident and then proceed with legalizing and registering the car?

Thanks again.

FD em 03.02.2020. 09:35

@JNC em 02.02.2020. 15:19

Your passport isn't considered proof of residence.
The same, in my opinion, applies to your bank statement.

You'll only have to live for 6 months in the country of origin - can't you stay in the UK for 6 months before moving to Portugal?

JNC em 02.02.2020. 15:19

THIS WEBSITE IS A TREASURE TROVE! Thanks.

Would you have a moment to answer my question? I am a UK citizen. I have lived in the USA for the last 20 years. I plan on retiring in Portugal and have already purchased a property there. I own a vehicle in the UK, which I would like to import to Portugal when I move to live there permanently. The vehicle is registered to my name, at my UK address, and has UK license plates. Would my UK passport be sufficient "proof of residence"? I receive a pension in the UK which is deposited in my bank in the UK. Would my bank statement (showing more than 6 months of deposits) be sufficient "proof of everyday life"?

FD em 01.02.2020. 16:08

@Thomas em 01.02.2020. 13:02

Pode apresentar essas provas de vida quotidiana, mesmo que estejam em nome dos seus pais.
Se puder apresentar outras provas seria o ideal - factura do telemóvel, da internet, de frequência de alguma escola, contrato de trabalho, etc.

Thomas em 01.02.2020. 13:02

Bom dia,
Eu gostava de mudar de residencia para portugal e trazer o meu automóvel e estive a ver os documentos necessários.
E tenho uma duvida pois estou ao encargo dos meus pais mas o automóvel esta em meu nome, ou seja, não tenho "provas de vida quotidiana - recibos de renda, água, luz ou recibos de vencimento, reforma, etc." a unica prova que tenho é seguro automóvel (no pais estrangeiro) e "Vignette Fiscale" (deve ser equivalente ao imposto único de circulação).

Agradeço desde já a ajuda.

FD em 30.01.2020. 18:01

@Paula em 30.01.2020. 12:49

Não sei que documento é esse mas se no mesmo constar o período de residência, em princípio, sim.
De qualquer forma, confirme junto da Alfândega.

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